O "MEU" filme eleito. Uma música linda, linda.
O resultado?
Epá, não me batam, ok?
Eu adoro este filme e o conceito por trás da história.
É a cair para o lamechas? I don't care!!!
Gosto da ideia de um mundo de possibilidades que se conjugam num imenso caleidoscópio para nos dar a hipótese no momento certo e altura certa. E ainda mais da ideia da segunda chance sem interessar o porquê de não se ter aproveitado a primeira.
Não fiquem por causa disto a achar que sou alguma Rapunzel sentada à janela da sua torre à espera do brave sir knight prometido. Eu cá sou mesmo uma Brites a desancar invasores com a pá do forno. Ou, se quiserem entrar no reino da fantasia, Éowyn de espada-e-escudo por aquilo em que acredita.
(Mas se calhar sou assim porque já conheci muitos, muitos sapos que nunca teriam hipótese de ser príncipes de coisa nenhuma ...)
Hoje só quis mesmo lembrar-vos este filme e dar-vos a conhecer esta canção. A mais bonita que já ouvi nos últimos tempos - e como não é assim tão recente não anda a passar na rádio a torto e a direito até enjoar (embora não me lembre de a ter ouvido quando foi lançada em 2004).
[E se não gostarem, batatas! Eu gosto e mai nada!!!]
O sítio onde os meus pensamentos se transformam em palavras ... e onde os colo conforme me dá na telha
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Serendipity (2)
Já houve quem estranhasse por eu falar várias vezes em Serendipity nos meus textos.
Tem uma razão muito específica de ser: o filme em si (com a estranha tradução de “Feliz Acaso”) e a história que ele encerra.
Ver no IMDB
Luvas perdidas e paixões que nascem do nada – ou de pequenos nadas. Reencontros. Decisões.
Já anteriormente tinha abordado no blog o próprio filme e aquilo para que me chamou a atenção -> Serendipity (Dezº/2006)
Na altura falei dos sinais, das escolhas e da coragem necessária para as fazer.
Agora penso muito mais nisso porque me tenho deparado com um enxame de coincidências e sinais, cada um deles remetendo-me para outro e todos concatenando-se numa dança cósmica que me deixa estonteada. Fruto do Acaso? Do Destino? Não sei, fico confusa porque tenho medo de interpretar mal. O pensar nisso reflecte-se, naturalmente, na escrita.
Porque eu própria (figurativamente) perdi uma luva e encontrei algo muito importante – uma chama intensa. De forma totalmente fortuita.
Se as luvas se reunirão ou não ... o futuro o dirá. Eu gostaria.
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